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Marçal é declarado inelegível até 2032 pela Justiça Eleitoral de SP por abuso de poder

  • Eder Zinetti Pedroso
  • 22 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 24 de fev. de 2025

Marçal foi declarado inelegível até 2032: defesa afirmou que vai recorrer ao TRE


Pablo Marçal empresário e influenciador

O empresário e influenciador Pablo Marçal (Foto: Facebook/Pablo Marçal)


A decisão da Justiça Eleitoral de São Paulo tornou o nome de Pablo Marçal um dos assuntos mais comentados nas últimas horas. O ex-candidato a prefeitura de São Paulo foi considerado inelegível até 2032, após ser condenado por abuso de poder político e econômico, em uma decisão que repercutiu amplamente no cenário político nacional.

 

O juiz eleitoral Antônio Maria Patiño Zorz do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), proferiu nesta sexta (21). A sentença tornou Marçal inelegível até o ano de 2032. Segundo o Juiz a decisão foi baseada em indícios consistentes de abuso de poder político e econômico durante sua última campanha eleitoral a Prefeitura de São Paulo.

 

A condenação é resultado de ações movidas pelo PSB, partido da deputada federal Tabata Amaral, e do PSOL, partido do deputado federal Guilherme Boulos. Ambos concorreram com Marçal a prefeitura de São Paulo em 2024.

 

Marçal também foi acusado de venda de apoio político em sua campanha no ano passado. Segundo acusações Pablo Marçal teria prometido gravar vídeos de apoio a candidatos a vereador em troca de doações de R$ 5 mil, os pagamentos teriam sido realizados via transferências PIX para sua campanha.

 

Com a decisão, Marçal não poderá concorrer a qualquer cargo público até o final de 2032. A pena aplicada está de acordo com a Lei da Ficha Limpa.

 

A defesa de Marçal afirma que irá recorre da decisão em instâncias superiores, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou o Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, especialistas destacam que a reversão da pena será muito difícil, pois o caso apresenta fortes evidências contra o ex-candidato.

 

Enquanto isso, a decisão serve como um alerta para outros políticos, sobre a importância de seguir as normas eleitorais e evitar práticas que comprometam a lisura do processo democrático.

 

Ao portal g1, Marçal informou que não há provas para a condenação e que irá recorrer da decisão ao TRE-SP.

 

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